Lula x Flávio Bolsonaro. Debate da Band: Lula e Flávio trocam acusações e proposta sobre corrupção e segurança pública. O debate é o primeiro confronto entre os dois, já que ambos não compareceram ao debate no primeiro turno. O debate começou atrasado por 15 minutos. A Rede Bandeirantes que tevenum debate com menos animado antes, hoje se viu como centro da batalha entre as duas legendas.
Bom, temos que concordar com esse autor best seller e candidado caô, o Cury, pelo menos apenas nisso, que eleição sem debate é como "as nossas manhãs sem orvário".
Aqui, na últims eleição, escrevemos sobre o grande debate da Globo e o da Band. Naquela época esses dois debates deram o que falar. Lembra da mulher-onça? Ou do Padre fake Kelmon? Tudo isso foi o contexto da primeira vitória de Lula contra Jair Bolsonaro em 2022.
A primeira leva de perguntas foram da área de Segurança pública. A apresentadora da band perguntou sobre a diminuição na taxa de homicídios não diminuir o aumento da violência média e a crueldade dos crimes (um valor subjetivo). Flávio começou a falar, dizendo que vai classificar Comando Vermelho e PCC como organização terrorista. Promete construir prisões como Bukele.
Lula começa a falar que seg pública é questão de Estado, só que eles falharam nesse intúito. Lula diz que já fez a lei contra as facçõese fala sobre atacar o colarinho branco das organizações e promete reaver o Ministériod a Segurança Pública.
A pergunta "canalha" de economia, com uma pespectiva bem não embasada em dados e Lula respondeu que foi no governo dele que o Brasil só teve índice de investimento e depois perdeu (o que é verdade). Em certo momento, Lula pergunta sobre as mulheres pra Flávio na questão da Alerj e ele diz como se fosse "tenho até uma em cads" ao dizer que amava a esposa.
Lula desvia e foca no público dos MEIs. Lula lembra das dívidas pagas ao FMI e que a economia no auge de seubperíodo chegou a quase 8 porcento antes e cita economia criativa. Flávio chega a falar de "gastar loucamente" do governo, quando ele promete gastar ainda mais, ou seria mentira dele? Ele termina dizendo "vou tirar do Lula para dar a você".
Lula pergunta, sobre ele na ALERJ e que ele votar contra a licença maternidade das funcionárias da casa legislativa. Flávio sai do tom da pergunta e fala de uma Roberta, Lula devolve e fala do "Careca do INSS", e diz que ele teria que responder sobre sua ligação com ele.
Sobre o careca: Lula fala sobre prender os esquemas nascidos no governo Bolsonaro. Lula revida que o irmão Eduardo está fugido nos EUA.
Flávio fica falando do inquérito do Lulinha, e diz que o filho veio limpo com as informações gerais. Lula diz que estão investigando e devolvendo o dinheiro dos aposentados. Flávio fala que tem até "avó professora" na família e que ama sua esposa . Lula fala sobre as mentiras do caso Vorcaro, e pergunta sobre a amizade dele com o ex banqueiro amigo de Ciro Nogueira e compania.
Lula fala do dinheiro que ele pegou com Vorcaro do 134 milhões dele (a grana do darkhorse). Flávio joga o amigo na lona e Lula explica :vocês fizeram dele um banqueiro, eu fiz dele um prisioneiro e fala do bacanais e orgias do "Madame Satã" de Vorcaro. Flavio disse admitindo que "vai ser um filme maravilhoso".
Como comprou cada de 10 milhoes com salátio de senador? Ele responde: trabalhando. Flávio ficou tão em baixa que perguntou porque ele não reajustou a cada ano o bolsa família. Lula fala sobre a lei de reposição inflacionária e deixa a culpa com a fazenda.
Flávio diz que seu pai triplicou o bolsa família (por causa da pandemia) e Lula fica falando do Darkhorse e Flavio afirma que será lindo o filme.
Lula fala que Flávio defendeu um PM que matou uma criança e Lula pede o voto do pai de Flávio ao ele falar que Lula recebeu o voto da maioria dos presos. Um momento "meme pronto" do debate. Lula consegue devolver rápido os ataques.
Lula já pergunta sobre o escritório do crime que mandou matar Marielle e sobre ele ter dado emprego para eles.
O debate ficou quente e Flávio diz que Lulinha votou nele, já Lula responde dizendo que o pai dele votou nele e não no próprio filho, isso aqui parece até diálogo de filme roteirizado. Certa parte, Lula define a diferença do Vorcaro nos dois períodos e diz que no governo Bolsonato ele virou banqueiro e no dele, prisineiro. Uma frase forte.
Flávio pergunta da dívida da população, Lula continua nos 134 milhões e no PM que matou a criança de 5 anos. Lula quer saber se Flávio vai reverter a decisão da Escala 6x1.
Lula rebate sobre os dados do Milei na Argentina. Flávio fala de dívidas mas não especifica quanto e nem se são dívidas públicas ou de praça (individual). Flávio fala que Lula esqueceu dos maia pobres e Lula fala se ele vai pedir a motoserra emprestada do Milei.
O mentiroso contumaz, o malandro carioca, na descrição do Lula. Flávio diz que vai "acabar com a corrupção". O segundo bloco foi todo para lembrar do tema da saúde pública, e Flávio admitiu que a área da saúde não foi a melhor do governo. Lula lembrou do corona vírus e da desastrosa administração deles na pandemia.
Flavio teve 3 pedidos de resposta negados. Flávio quis falar de preço de mercado e Lula falou do índice inflacionário acumulado, em comparaçao e com as isenções no imposto da cesta básica, a inflação acumulada agora é de 13 % comparada a 50% no governo Bolsonaro.
Flávio diz que vai brigar com o assaltante, sua pergunta é sobre: fala sobre a bancada do PT. Dizendo que ele tem uma proposta da castração qúimica pra estuprador. As considerações finais do Lula eu não consegui ver porque o sinal da minha televisão foi cortado na transmissão da Band bem na hora. O que peguei foi pouco.
Vemos Lula falar dos maiores índices de crescimento sendo do seu governo, fala da privatização da petrobrás e das Estatais brasileiras. Falaram da privatização da Eletrobrás na gestão deles. Lula promete país desenvolvido.
Já Flávio fala sobre colocar pessoas no centro e fala sobre ter um "ministério da prosperidade". Depois ficou uma briga entre os petistas e bolsononaristas e os apresentadores pareceram com medo de ambos e tentaram gritar por cima. Enfim, um debate bom, rápido, mas onde Flávio se perdeu em vários momentos.
Lula não tocou em todas as suas proposta se preferiu responder na altura dos ataques de Flávio e falar dos "crimes" que ele já carrega. Flávio fez menos fake news nesse debate e por isso se perdeu um pouco, já que grande parte de sua estratégia é jogar com o falso e o duvidoso. Lula focou na crítica em relação ao carácter de "malandro" e Flávio ficou ofendido.
Mas o que ele se refere é ao estilo de política com a milícia e que fala contra ela. Já Lula viralizou propondo abrir o sigilo bancário e telefônico dos dois. Criando uma espécied e desafio pra internet. A imprensa internacional, como o jornal El País abordou a frase cortante de Lula para Flávio:
"Vai pedir a motoserra emprestada ao Milei?"
A matéria do debate da band em inglês, para os americanos que leem tanto o blog:
Lula vs Flávio Bolsonaro — Band Debate (2026)
Lula and Flávio Bolsonaro faced off in a Rede Bandeirantes debate, exchanging accusations over corruption and public safety. This marked their first‑ever head‑to‑head encounter, as neither candidate had attended the first‑round debate. The broadcast started 15 minutes late. Rede Bandeirantes had previously hosted a less heated debate, but this time it became the main stage for the clash between the two major political camps.
The first round of questions focused on public safety. The Band host asked whether falling homicide rates masked a rise in violent crime and the increasing brutality of criminal acts — a point based on a subjective reading of the data. Flávio spoke first, stating he would classify the Comando Vermelho and PCC as terrorist organizations and promised to build prisons following the model of Bukele’s government.
Lula argued that public security is a matter of state policy, adding that the opposing side had failed in that regard. He recalled signing legislation targeting criminal gangs, said he would go after the white‑collar leaders behind these groups, and pledged to restore the Ministry of Public Security.
Next came the economic segment, which opened with a question not well‑supported by data. Lula responded that his administration had registered Brazil’s strongest investment rates before those figures later declined — a fact widely acknowledged. He shifted focus toward micro‑entrepreneurs (MEIs), reminded viewers of Brazil’s debt repayments to the IMF, noted economic growth of nearly 8 % at the peak of his term, and highlighted the creative economy.
Flávio accused the current government of reckless spending, even though he himself proposed large‑scale outlays. He concluded: “I will take from Lula and give it to you.”
Lula then raised Flávio’s voting record at the Rio de Janeiro state legislature (ALERJ), specifically his vote against maternity leave for legislative staff. Flávio evaded the question and brought up a figure named Roberta; Lula countered by mentioning the so‑called “INSS crook” and pressed Flávio to explain his ties to that person.
Regarding that figure, Lula spoke of prosecuting schemes set up during the Bolsonaro administration, and added that Flávio’s brother Eduardo was a fugitive in the United States.
Flávio brought up the investigation into Lulinha, claiming the president’s son had been cleared of wrongdoing. Lula replied that authorities were still investigating and recovering funds owed to retirees — including money meant for elderly schoolteachers. He also addressed the Vorcaro case, asking Flávio about his ties to a former banker close to Ciro Nogueira and associates.
Lula referenced the R$ 134 million that Flávio had received from Vorcaro — funds linked to the so‑called “Dark Horse” case. Flávio tried to distance himself from the banker, but Lula retorted: “You made him a banker; I made him a prisoner.” He also mentioned lavish parties and orgies associated with Vorcaro’s “Madame Satã” circle. Flávio replied that it “would make a wonderful movie.”
Lula asked how Flávio had been able to purchase properties worth R$ 10 million with a senator’s salary; Flávio answered that he had earned the money through work. Later, Flávio questioned why the Bolsa Família benefit had not been adjusted annually for inflation. Lula explained the inflation‑adjustment law and placed responsibility for delays with the Ministry of Finance.
Flávio claimed his father had tripled Bolsa Família payments during the pandemic. Lula returned to the Dark Horse case, and Flávio again repeated that it would make a great film.
Lula also noted that Flávio had defended a military police officer who had killed a young child. At one point, Lula appealed to Flávio’s father, while Flávio claimed most incarcerated people had voted for Lula — a moment that quickly became a viral meme. Lula delivered sharp comebacks throughout the exchange.
Lula went on to ask about the criminal ring linked to the murder of Marielle Franco, and whether Flávio had given jobs to members of that group.
The debate grew heated. Flávio claimed Lulinha had voted for him; Lula replied that Flávio’s own father had voted for him instead of his son — an exchange that sounded almost like scripted dialogue.
Flávio brought up household debt; Lula circled back to the R$ 134 million case and the police officer who had killed the five‑year‑old child. He also pressed Flávio on whether he intended to reverse the 6‑by‑1 work‑schedule ruling.
Lula drew comparisons with Javier Milei’s economic policies in Argentina. Flávio spoke generally about debt without specifying whether he meant public or private household debt. He claimed Lula had forgotten poor families, and Lula joked about whether Flávio planned to borrow Milei’s “chainsaw” for economic policy.
Lula described Flávio as a habitual liar and a clever operator from Rio de Janeiro, while Flávio stated he intended to end corruption. The second block centered largely on public health. Flávio acknowledged health outcomes had not been strong during his father’s administration, and Lula recalled the poor management of the COVID‑19 pandemic in that period.
Three of Flávio’s requests for additional response time were denied by the moderators. Flávio tried to discuss market prices; Lula cited accumulated inflation rates, noting that current inflation stood at roughly 13 %, compared to nearly 50 % during the Bolsonaro government, alongside tax exemptions for basic‑basket goods.
Flávio said he planned to crack down on criminals, and later brought up a proposal for chemical castration for rapists, linking it to the PT party bench in Congress.
I was unable to watch Lula’s full closing remarks because my television signal cut out right as Rede Bandeirantes broadcast that segment — I only caught a few fragments. From what I saw, Lula highlighted the strong economic‑growth rates of his previous term, criticized the privatization of Petrobras and other state‑owned companies — including Eletrobras — and promised to build a developed nation.
Flávio spoke of putting people at the center of policy and proposed creating a “Ministry of Prosperity.” After the closing statements, tensions rose between PT and Bolsonaro supporters in the audience; the moderators seemed intimidated and tried to speak over the crowd.
Overall, it was a fast‑paced, lively debate, though Flávio lost his footing at several points. Lula did not lay out all his policy proposals, focusing instead on counter‑attacking Flávio’s accusations and raising allegations against his record.
Flávio relied less on misinformation in this debate than usual, which may have weakened his strategy — since much of his campaign style depends on unsubstantiated claims and doubt‑casting. What Lula called "Rio Street smarts" calling Flávio a "Rio thug" may be a tough to define, but it is a critic towards Rio's politicam landscape and Boldonaro's allies.




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