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Na Hora da Zona Morta (The Dead Zone, 1983): David Cronenberg adapta Stephen King em filme com Christopher Walken



Acompanhamos a John “Johnny” Smith, que é apaixonado por Sarah, vivendo uma vida relativamente tranquila no estado do Maine. Após um encontro romântico, Johnny sofre um grave acidente de carro e entra em coma. Depois que ele acorda, ele desenvolve uma ultra sensibilidade e começa a prever o futuro com seu toque. Logo, ele começa a ser chamado pela polícia para pegar um criminoso que ameaçava mulheres. 


Esse filme foi adaptado de um suspense psicológico e paranormal originário do romance de 1979 escrito por Stephen King. O filme Na Hora da Zona Morta (1983) influenciou muito o imaginário e teve por sua vez até mesmo uma famosa série de televisão televisão The Dead Zone (2002–2007). 

A expressão título tanto da obra de King quanto que dá o nome do filme em inglês, a "zona morta" (the dead zone) faz referência à parte do cérebro de Johnny que sofreu danos no acidente. É essa área danificada que desperta e abre espaço para suas habilidades psíquicas adormecidas e faz ele ficar poderoso aem que ele saiba lidar com isso. 

Boam fez esse roteiro com a colaboração com o próprio diretor, David Cronenberg. O filme foi realizado com um orçamento estimado em 10 milhões de dólares e é considerado até hoje uma das adaptações mais fiéis e bem-sucedidas do universo de Stephen King. 


 O político Gregory "Greg" Ammas Stillson é um dos principais personagens do multiverso de Stephen King. Ele aparece também como principal antagonista do romance A Zona Morta, além de ser um antagonista invisível no romance Cujo. 

Esse mesmo personagem também aparece como um antagonista secundário em A Torre Negra, o sétimo e último volume da série A Torre Negra. Ele era um político e futuro presidente dos Estados Unidos, cuja ascensão ao poder acabaria por trazer o Armagedom.

A pergunta sobre o protagonista faz a gente refletir os poderes que ele ganha é sobre a forma ética de proceder quando se está ciente de que algo terrível pode acontecer. O que é esse poder de "previsão". 


Nosso protagonista é interpretado por Christopher Walker, que namora uma moça chamada Sara, estando na estrada de noite, ele sofre um acidente de carro grave e fica muito mal. Depois de muitos anos de coma, ele acorda e descobre que sua namorada o havia abandonado e casado com outro cara. 





Ele volta com super poderes. Ele toca das pessoas e tem premonições sobre o que está acontecendo, uma espécie de ultra sensibilidade.  A moça chega na hora e a filha dela é salva por um bombeiro. 


Ele tem que viver por um tempo atrofia de desuso em uma cadeira de rodas e tem que fazer uma fisioterapia para voltar a andar. 

Ele toca no médico e vê cenário de guerra. Ele vê que a mãe dele está viva e o médico fala que não. Ele conseguiu o telefone de sua mãe, mas ele não teve coragem de falar por estar anos afastado da mãe. 




Ele reencontra sua antiga namorada, e ela está toda diferente, de cabelos curtos. Ela comenta que ele está mais magro e ela comenta que eatá casada. Pergunta se ela ainda dá aulas e ela diz que agora é apenas dona de casa. Ela tem um filho chamado Danny, com 10 meses. 

 

Ele se pergunta se foi bom ou mau ganhar esse poder, valeria a pena, porque ganhou um dom."especial", se tudo que queria era ser normal.  Depois ela conhece o filho dela e eles se beijam de novo.

A polícia vai atrás de um criminoso e pedem sua ajuda por tele ter esse dom intuitivo. Ao ir na casa de um suspeitos, ele toca na mãe e percebe que ela sabia e daí percebem que ele se matou, aí ela tenta se vingar e atira pra cima dos policiais. 


Ele conhece em certa altura como tutor de novo um político de tipo populista interpretado por Martin Sheen. Ele se vê no meio da campanha política. Briga com esse cara e conhece depois o marido de sua ex namorada no meio dessa campanha política. 

No fim, no evento do candidato, alguém fez um atentado contra o político e ele usou um bebê de escudo, nisso, ele é impedido por ele que acaba salvando o bebê de sua ex namorada no ápice do filme. 

Por fim, vale refletir além do "politico populista" da obra, que King trouxe o debate sobre a ascensão do tipo de fascismo americano, que funciona com plateia, conciência pública e figuras de autoridade que geram multidões de amor e ódio. 


Vale fazer um adendo de louvor a literatura de Stephen King, que já comentamos aqui sempre, com suas adaptações que tentam transmitir a ideia dos seus livros, com tantos exemplos marcantes na cultura americana, como A Colheita Maldita, It A Coisa, Carrie, a Estranha, A Longa Marcha, O Iluminado, Um Sonho de Liberdade, inspirado em "Rita Hayworth e a Redenção de Shawshank", outro clássico é Á espera de um milagre, um dos mais dramáticos, Conta Comigo, (Stand By Me), o icônico Cemitério Maldito (Pet Semitary), profundamente histórico.  




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