IDH 0,805 - Desenvolvimento Muito Alto: O Brasil finalmente entra no mapa dos países mais desenvolvidos
Pela primeira vez na nossa história, o Brasil tem um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) muito alto. A Nota: 0,805. O Brasil ficou entre 82º ou 84º, subindo 5 posições em um ano. Em uma análise com 193 países. A fonte dos dados é do IPEA e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O que melhorou e o que ainda pode melhorar.
O Brasil sempre teve problemas crônicos de desigualdade. Mas desde os anos 2000, o Brasil vem progressivamente melhorando nas escalas e índices de desenvolvimento.
O que vemos de novidade é a expectiva de vida de 77, 4 anos, com escolaridade média de 8, 5 anos e a renda média aumentou muito. Pela primeira vez desde que o índice de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), ultrapassando a marca de 0,800, o patamar mais elevado que já estivemos.
O que eu gosto desse índice é que ele tange melhorias para a população em si, não apenas a renda de uma camada dos mais ricos, mas desenvolvimento econômica para a nação como um todo. Mas o Brasil ainda deve em manter e até ampliar certa concentração de renda, observado em índices negativos que o Brasil lidera de desigualdade em relação ao coeficiente de gini.
O índice do IDH não avalia apenas as maiores riquezas ou os maiores prédios. Avalia a vida, o grau de escolaridade, o acesso ao que é direiro básico e universal.
A evolução do Brasil (IDH×Índice de Gini) ao longo dos anos: Vale lembrar que o índice de Gini é visto assim, quanto mais próximo do 1, mais desigual.
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| Os dados cruzados mostram que a queda do Índice de Gini (de desigualdade social) estimulou o aumento do IDH. |
Os dados que geraram isso foi Educação: 0,798 O que mais puxou (era 0,679 em 2012), escolaridade média subiu de 7,2 para 8,5 anos. A saúde também melhorou para 0,842. Já a Renda: 0,771 O mais fraco, mas cresceu um pouco: PIB per capita ajustado subiu 18% em 12 anos.
Os dados mostraram que por raça, as pessoas negras cresceram 2x mais rápido que os brancos. Já o nordeste surpreende, Ceará apareceu em segundo lugar do nordeste. Sendo que o avanço foi maior que no sul e sudeste.
A queda dos EUA é chocante, em 2019, estavam em 11º lugar. Caíram 0,030 pontos e 12 posições.) Podemos debater que é uma da smaiores quedas de um país rico na história do IDH.
A expectativa de vida do americano médio caiu de De 78,8 para 76,4 anos, perdendo lra Chile, Costa Rica e para a China (quem diria?). O motivo? Morte violenta por ação de armas e falta de estrutura pública de saúde.
O índice de escolaridade americano parou, congelou. Provando que dinheiro e riqueza sozinhos não satelizam todos os índices por compensação da média. O primeiro boom veio no primeiro governo Lula, com a explosão das exportações e fortalecimento progressivo do mercado asiático. Esse período foi quando foi visto o primeiro grande avanço avanço com a implementação de políticas de transferência de renda direta.
Sobre dados maquiados e o caos da austeridade fiscal:
Esses dias estava lendo uma matéria do The Guardian sobre os casos de racismo dos argentinos e citava uma matéria questionável do the economist (não precisa nem definir o bias aqui), comentando que o peso argentino havia se valorizado em relação ao real. A cotação real de hoje 30/05/2026: 1 Real compra 280 pesos. Um peso argentino? (vale menos de 4 centavos de Real).
Não podemos comparar com índices de Chile e Argentina por um simples motivo. Como a moeda deles não tem valor perante ao real por exemplo, os salários e dados são calculados em dólar (porque eles não possuem mais moeda nacional válida), aí cria-se a impressão de renda, quando é um país ilha-colonização moderno.
Aqui a maquiagem do dado é aburda. Sabemos que o povo come carne de burro pela falta de comida sabemos que os argentinos tentam sobreviver vindo comprar nos mercados brasileiros nas fronteiras. Digamos que Argentina seja como Metropolis do Fritz Lang, parece bonito porque apenas 1% pode usufruir.
Esses dias eu li uma matéria sobre os frequentes e absurdos casos de racismo cometidos por argentinos (porque é crime no Brasil e é estimulado na Argentina).
Apesar da óbvia maquiagem no caso Argentino (imagina o nível do profissional que é estatístico de Milei). Um professor local ou qualquer pessoa humilde não pode tomar café e comer algo em um lugar "bonitinho", classe média, é tudo para o estrangeiro.
É um país que aboliu a classe média. A renda acaba sendo fictícia, saúde falida, e a realidade de15% da população passando fome ou até mais. Isso é o velho turque sujo de calcular a renda em dólar oficial direto. O que é um extremo viralatismo. Antes nós éramos aqueles com complexo de vira-lata. Agora são os nossos los hermanos que estão assim.
Já os brothers do norte, os EUA (os campeões de acesso aqui no blog) caíram mais foram do índice que é silenciosa das médias. O índice dos EUA ficou em 0,932 (11º lugar) 2024: 0,902 ( em 23º lugar). Mas o que não toca a estatística é que 1 em cada 10 famílias passa fome, 40 milhões na pobreza bruta, e saúde é privada.
Então vemos o quanto se maquia esses índices, e mesmo assim, como o Brasil aprendeu a avançar com a visão de incluir o pobre no orçamento. Esqueçam Luciano Huck (apresentador que falou mal do bolsa-família), mas que já ganhou milhões do Estado e é herdeiro.
O importante é refletir que a estabilidade econômica gerada no último ciclo serviu para "arrumar a casa" de políticas de anos de austeridade fiscal. Hoje em dia, até o PL de Bolsonaro votou contra a escala 6x1.
O país entra sem querer em uma onda de concientizacão, até os campos da direita por causa da eleição. Mas isso mostra que até a nossa direita começa a pensar na ideia de necessidade de atuação direta.
Um político ou deputado no Brasil tem direito a milhões e suas bases sabem disso. Nosso país evolui para um complicado sistema pluripartidário que sabe que tem que ser efetiva a política pública para manter os políticos em cargo.
Os desafios pro futuro são imensos, apenas para manter isso, índices obtidos com muita estabilidade política e uma centralidade talvez que se possa criticar em algum nível. O Brasil ainda inúmeros gaps sociais e de classe, mas muito foi acelerado e mudou noa últimos anos.
A lista dos Estados de quem lidera o IDH nacional:
1. Distrito Federal
2. São Paulo
3. Santa Catarina
4. Paraná
5. Rio de Janeiro
6. Rio Grande do Sul
7. Goiás
8. Mato Grosso
9. Minas Gerais
10. Espírito Santo


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