A primeira publicação de Os Sertões ocorreu em 1902 e em pouco tempo, houve 3 edições, sendo sucesso literário. A Guerra de Canudos (1896–1897) e foi um conflito travado entre o exército nacional brasileiro e seguidores de Antônio Conselheiro (fígura mística do sertão fundador de uma seita monarquista).
Euclides da Cunha não foi um autor trivial. Escrevia com uma sagacidade de escritor atento e que gostaria de ser respeitado.
Muito já foi visto, comentado, uma influência enorme desse conflito no imaginário nordestino.
Além daquela música "Súplica Cearense" do Luis Gonzaga que virou uma animação sobre Canudos no clip da vanda O Rappa, um livro de Mário Vargas Lhosa chamado A Guerra do Fim do Mundo. O filme que já escrevi sobre aqui no blog, Guerra de Canudos, de Dir. Sérgio Rezende.
A brutalidade dessa guerra não apagou sua história, que querendo ou não é uma história de desilução, desorientação, mas também de resistência e fé.
Sua obra foi muita lida como manual de conhecimento quase geológico local, com extensas descrições, relatos, fotografias e mapas. Um livro que influenciou diversas áreas das ciências sociais.
Frase memorável:
"O sertanejo era sobretudo um forte".
Mas era forte para que?
Euclides foi reconhecido em vida, primeiro estrsnhado por seus pares, depois celebrado. Morreu em um duelo defendendo sua honra.


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